Cap. 31 Visita.
Já era de manhã. Só estávamos esperando minha alta. Quando saímos do hospital Rob me levou até o carro. Ele me colocou com muito cuidado no carro. Eu não sabia que ele era tão cuidadoso. Pouco tempo depois já estávamos na casa dele. Ele me tirou do carro me levando no colo. Ele era tão fofo. Ele me levou até o quarto dele, no andar de cima, e me colocou na cama dele. Me olhou com aquele sorriso lindo, que eu tanto amo.
- Confortável amor?
- Muito amor. – sorri pra ele.
-Olha, vou ir trabalhar agora e volto mais tarde. Lá pelas duas ou uma da tarde.
Disse ele, passou suas mãos macias e quentes em meu rosto. Senti aquela eletricidade que sentia sempre que ele me tocava. Ele me acariciava com tanto cuidado. Eu sorri e dei um Celinho nele.
- Ta meu amor. Ansioso pras cinco da tarde?
Se eu estava ansiosa para quando meus pais e minha irmã chegassem. Imagine ele. Acho que minha mãe vai amar ele, a Dake também. Agora estou com medo do meu pai. Mais tenho certeza que ele vai aprovar o Rob. O meu lindinho é muito carinhoso, amoroso e me faz feliz. Muito feliz. E é isso que meu pai quer. Apesar de que eu até que era feliz com o Michael, mas não tanto quanto sou com o Robert, mas meu pai não era muito chegado no Michael. Eu lembro que minha irmã o chamava de Orégano. Por causa do sobrenome dele. Até que parece. Rs.
- Eu estou e não vou negar. Quero muito que eles gostem de mim.
Eu coloquei minhas mãos naquele rosto de anjo dele. Olhei bem fundo em seus olhos. E vi que ele estava com medo que os meus pais não o aprovem. Mas não tinha por que ter medo. Eu sentia dentro de mim que eles iam amar o Rob.
- Eu sei que você está, mas eles vão gostar de você meu amor. Disso eu tenho certeza. Eu sinto bem aqui. - falei colocando a mão no coração. - meu coração sabe que eles vão gostar de você.
Eu sorri. Eu vi em seus olhos a calma voltando para dentro deles. Ele me beijou apaixonado e eu fiz o mesmo.
- Obrigado amor. To tranquilo agora. Bem, se precisar de algo é só chamar a Miranda. Ela já está aqui e vai vir sempre aqui pra saber se você está precisando de algo. E se sentir dor, liga pra mim que eu venho correndo.
Sorri e o dei um Celinho.
- Pode deixar meu amor. Eu ligo sim, tenha um ótimo dia no trabalho.
- Pode deixar amor. Chego as uma ou até antes pra almoçarmos e passar à tarde com você, até dar a hora de ir pegar os seus pais e sua irmã no aeroporto.
-Ta meu amor. Até mais tarde.
Ele me deu um ultimo Celinho, pegou sua pasta e saio. Derrepente veio um vazio dentro de mim. Eu já estava sentindo falta do meu amorzinho. Eu peguei o controle remoto que tinha na mesa de cabeceira ao meu lado e o peguei. Liguei a TV. Estava passando “Minhas adoráveis Ex- namoradas.” É muito engraçado esse filme. Mais quando estava pra acabar o filme meu celular tocou.
- Alo?
- Kiki?
- Oi Tay.
- Tudo bom?
- Tudo sim e você? Como ta o pé?
- Há. Ta daquele jeito. – fiz uma careta.
- O Robert está ai?
- Não. Ele foi trabalhar. E a Ash?
- Na casa dela. Posso ir ai na casa dele ficar com você um pouco?
- Claro. Vem sim. – Sorri.
- Então eu já vou... Um beijo, priminha.
- Outro, Tay.
- Te amo. Tchau.
- Também te amo.
Desliguei o telefone. Tava demorando pro Tay ligar. Rs. Alguém bate na porta. Toc, Toc, Toc.
- Entra. – Falei.
Era Miranda.
- Licença Senhorita. – falou entrando. – Vim ver se a senhora precisa de algo.
- Humm... – meu estomago roncou um pouco. – Eu gostaria de um lanche.
- Claro. Alguma preferência, senhora?
- Sim.
- Qual?
- Que pare de me chamar de senhora ou senhorita. – ri e ela também. – Sou muito nova pra ser senhora. Me chame de Kristen. Pode ser?
- Claro.
- Não, não tenho preferência com lanches. Surpreenda-me. - sorri. - O que o Rob costuma comer?
- Geralmente o Sr. Pattinson pede Bauru. Ele gosta muito. E suco de melancia. Bem esses são minha especialidade.
- Bom, então quero um Bauru com suco de melancia.
- Claro.
Quando ela ia saindo eu falei:
- Miranda?
- Sim?
- Meu primo vai vir aqui. O nome dele é Taylor. Pode deixar ele entrar ok?
- Tudo bem. Vou fazer seu lanche. Licença.
Ela saio do quarto. Eu tava começando a ficar com sono. Peguei meu celular e fiquei olhando as fotos que eu e o Rob tiramos em Paris. Lembrei dos filmes que assistimos e das declarações de amor que ele fez para mim. Lembrar de tudo isso me fez muito bem. Não sei quanto tempo se passou. Eu nem percebi quando a Miranda entrou no meu quarto.
- Seu lanche, Kristen. – disse sorrindo.
- Obrigada Miranda.
- Você estava tão distraída. Com um sorriso enorme. Ganhou na loteria, foi? – Rimos juntas.
- Não. É muito melhor que ganhar na loteria. Ganhei o amor do Robert. Isso é bem melhor que qualquer premio de loteria.
- Senhor Pattinson é muito apaixonado por você. Não conta pra ele que eu te contei. Mas ele tem uma salinha, lá ele guarda umonte de coisas dele. Parece ser coisas que tem algum sentido pra ele. Não sei bem. Mas quando ele me pede pra limpar lá, eu sempre vejo umonte de fotos suas... Tem um quadro de fotos. E cada uma das fotos ele colocou o dia, mês e ano, o que aconteceu neste dia. E uma pequena declaraçãozinha. Em cada uma delas. As suas são as únicas que tem declarações. Na verdade nas suas e na da irmã dele. Eu não me lembro o nome dela. Mas eu sei que tem.
- Será que você pode me ajudar a ver?
- Se eu pudesse ajudaria. Mas aquela sala é trancada. O Senhor Pattinson leva a chave com ele. Não tem como abrir. Quando ele manda-me limpar ele a abre e depois a tranca. Ele sempre manda eu limpar quando ele ta em casa. Geralmente de sábado. Ele nunca quer ninguém lá dentro.
- Rob nunca me contou nada.
- Talvez seja algo só dele. Mas por favor, não conte nada a ele. Ele mandou eu jamais falar dessa sala com ninguém. Eu só falei pra você, porque sei que ele é muito apaixonado por você. E sei que você o ama também.
- Amo sim. E muito. Acho que eu não conseguiria viver sem ele. Acho não. Tenho certeza. Ele é o homem da minha vida. Eu tava vendo algumas fotos que nós tiramos, lembrando das declarações de amor que ele fez pra mim. Lembrando de nossa história.
A campainha tocou.
- O amor de vocês é uma coisa linda. Mas deixa eu ir ver a porta. Com licença.
Ela saio. Nossa então o Rob tinha uma sala só com coisas que fazem algum sentido... E tem tudo o que a Miranda falou? Nossa que de mais. Meu lindinho é muito fofo. Derrepente a porta abre. Era o Tay, ele tava com uma única rosa vermelha na mão.
- Para miha priminha, linda que eu amo muito. – Ele me entregou a rosa e meu deu um beijo na bochecha. – Como você ta?
- To bem. Que bom que você veio. Eu tava me sentindo cozinha. O Rob foi trabalhar, não tinha ninguém pra ficar comigo.
- Mas agora eu to aqui. Sabe o que eu tava pensando? – Perguntou enquanto ele se sentava na cama colocando meus pés em cima da perna.
- O que?
- Eu poderia ir buscar o tio, a tia e a Dake. Assim seu namorado tem tempo de se preparar e ele pode ficar com você. E também eles iam ficar perguntando umonte de coisas pro Robert. E ele não ia saber quem são as pessoas. – rimos juntos.
- Sabe que às vezes você pensa, primo? – ri mais ainda.
- Há, há. Muito engraçado. – Mas ele acabou rindo de verdade.
Ficamos conversando, rindo, brincando... Até que o Tay foi embora. Novamente senti aquela solidão. De 10 em 10 minutos a Miranda vinha ver se eu precisava de algo. Coloquei meus fones de ouvido e comecei a ouvir uma música do Linkin Parck a Leave out all the rest. Fechei meus olhos e fiquei ouvindo a música. Derrepente sinto um lábio tocar os meus. Meus pelos se arrepiaram. Eu já sabia quem era. Era meu lindinho. Eu o beijei, com muito amor. O puchei para mais perto de mim. Ele quase caio.
- Seu danadinho, chega sem fazer barulho neh? – Falei sorrindo.
Ele me olhou com aquele sorriso dele que eu amo.
- só queria fazer uma surpresinha amor.
Ri.
- amei a surpresa.
- vamos almoçar? To morrendo de fome e acho que você também neh amor?
- vamos sim amor, eu comi assim que você saiu. A Miranda é uma fofa, vinha aqui a cada vinte minutos pra saber se eu precisava de algo. – Lembrei de tudo o que a Miranda me contou. E ela era uma fofa mesmo. Ela vinha toda preocupada comigo. Até parecia minha mãe.
- Ela é sim, eu que mandei ela vir amor. Vamos que eu te ajudo a descer.
Ele me pegou no colo. Desceu as escadas comigo. A Miranda terminou de por a mesa, e nos deixou a sós. Comi um pouco da comida. Estava muito bom.
- Amor. – chamei. Ele me olhou sorrindo.
- sim amor?
- Bom, o Tay teve hoje aqui, logo depois que você saiu. E ele disse que achava melhor ir pegar os meus pais e a Dake no aeroporto. Pra você ficar mais tempo comigo. E também achei melhor, por que eles iam ficar fazendo um monte de perguntas pra você. E isso com certeza ia te deixar confuso amor. O Taylor falou que vai preparar o terreno pra quando eles chegarem, já saberem de tudo. E não ter que te perguntarem nada. – falei sorrindo
- Que bom amor, melhor assim mesmo. Eu ia ficar perdido, afinal não os conheço neh?
- É sim amor. Eu to ansiosa pra vê-los. Faz uns seis meses que não os vejo. To com saudades.- E tava com muita saudades mesmo!!! Já se passou tanto tempo. To com saudades das convenças sobre namorados que eu e ela tínhamos, converssas sobre trabalhos, sobre nossas vidas. Eu era muito amiga da minha mãe. Meu pai era meu Herói. E a Dake, não tenho nem o que dizer dela.
- Sei bem como é amor. Também estou com saudades dos meus pais. E dos meus irmãos. Aliás, eu to louco pra que eles conheçam você. – falou sorrindo
- Também estou muito ansiosa pra que eles me conheçam e pra eu os conhecer. Espero que eles gostem de mim.
E esperava mesmo. Como seria se os pais dele não gostassem de mim?
- Com certeza irão. Posso confessar uma coisa? – ele rio e eu também. Falei curiosa:
- Claro amor.
- Eles não gostavam da Emilie. Minha mãe nunca gostou dela, e toda vez que levava ela até a casa deles, a minha mãe tornava a vida dela um inferno.
Nossa espero mesmo que a mãe dele goste de mim. Mas também só o Rob pra gostar daquela baranga.
- Ela bem que merecia. Eu também não sei o que você viu nela. Mas amor e se sua mãe não gostar de mim. Pelo jeito que você está falando ela parece ser muito brava. E se não for com a minha cara?
Ele sorrio, e me acariciou.
- Não se preocupe meu amor, você é totalmente o oposto da Emile. Minha mãe vai amar você e se brincar vão se tornar melhores amigas. Você vai ver.
Ele era tão fofo. Dei um beijo na mão dele.
- Eu vou fazer de tudo pra conquistar a ela amor. Tenho certeza se ela assim me permitir ser amiga dela também.
Nós ficamos converssando, rindo brincando e etc... Ele me contou coisas sobre o passado dele, e eu contei coisas do meu passado. E assim ficamos o almoço todo...
Depois ele me pegou no colo e me levou pra cima. Ajeitou-me na cama e sentou-se ao meu lado. Pegou algumas planilhas e o Laptop. Começou a trabalhar.
- trouxe trabalho pra casa? – perguntei sorrindo
- Claro amor, eu só tenho que revisar essas planilhas aqui. E fazer algumas no computador pra imprimir amanha. Tenho que deixar tudo preparado pra quarta feira.
- Ah sim, falar nisso eu tenho que fazer as capas pra edição da semana que vem. Mas to sem meu laptop. Esqueci de pedir pra você.
- Ah sim, falar nisso eu tenho que fazer as capas pra edição da semana que vem. Mas to sem meu laptop. Esqueci de pedir pra você.
Eu mostrei mesmo pra ele as capas. Mas eu tinha que começar as da próxima. Porque eu demorava um pouco pra fazer. Tinha que ser bem criativa. Mas eu tinha que trabalhar. Eu não posso ir na empresa, mas preciso fazer em algum lugar. E só ele ia ficar trabalhando e eu na mordomia? A Ta.
- Ah não, eu preciso fazer. Você promete que manda pegar lá amanha? Ou melhor, deixa que eu peço ao Tay, antes dele ir pegar os meus pais. Eu quero trabalhar, acha só você ficar trabalhando e eu aqui no bem bom. Deitada na cama durante o resto da semana, enquanto você trabalha. Não mesmo.
Eu fiz uma careta, ele rio e me abraçou.
- Tudo bem amor, eu vou amanha e pego. Hoje você não vai conseguir fazer nada mesmo. Afinal você vai ta com seus pais e vai da atenção a eles. – ele disse com aquele sorriso de anjo.
- é você ta certo amor, mas amanha você pega ele. Eu quero trabalhar. Ficar sem fazer nada é um saco. – Cruzei os braços meio chateada.
Ele colocou o laptop dele de lado e passou os braços no meus ombro e me levou para mais perto dele. Eu me aconcheguei nos braços dele. Ele era sem duvidas o amor da minha vida. Ele me deixava tão feliz. Eu sorri pra ele. Ele olhou para mim com um olhar amoroso. Acariciou meu rosto e falou:
- que tal agente namorar um pouco?
Assim sim. Sorri e falei:
- Ui, amei a idéia amor.
Ele me beijou apaixonadamente e eu a ele. O amor que eu sentia por ele ia crescendo a cada toque que ele me dava, a cada palavra. Ficamos nos abraçando, nos beijando e fazendo carinho um no outro...
Depois ele voltou ao trabalho. Eu fiquei bem pertinho dele. Coloquei meus fones de ouvido eu tava ouvindo a música da Maite e do Jesus. Que o Rob dedicou para mim. Mi pecado. Comecei a cantar bem baixinho. Assim eu não atrapalhava o Robert.
- Canta pra mim a nossa musica amor? Você ta cantando ela não está?
Eu tava tão entretida na música que nem percebi que o Robert tava ouvindo. Fique vermelha na hora. Olhei pra ele e sorri, ficando mais vermelha ainda.
- Ah é sim amor. Mas não me pede pra cantar não. Eu canto tão mal.
- Não, você não canta mal. Você canta muito bem. Canta pra mim. Por favor.
- Não, amor. Eu não canto bem. E eu tenho vergonha.
- Você tem vergonha de mim, amor?
- Há. – fiz uma carinha dengosa. – Tenho vergonha de cantar. Não de você.
- Canta vai. – ele fez um biquinho lindo, eu dei um beijinho naquele biquinho perfeito dele, que me deixa louca. Ele se afastou.
- Que foi? – perguntei.
- Canta.
- Não.
- Canta? – falou meloso. Fez de novo aquele biquinho e uma carinha de cão sem dono. Agora fiquei com só.
- Ta bom! Você venceu. Eu canto. Mais só dessa vez em.
Eu cantei um pouco pra ele. Mas logo parei. Ele insistiu, insistiu, insistiu. Até que eu cantei a música toda. Ele ficou com o meu sorriso perfeito no rosto.
- Depois você fala que canta mal. Amor você canta muito bem. Você é muito afinada.
- Sô nada. – Fiz uma careta.
Ele rio e meu beijou.
- Claro que é. – ri.
- Não se acostuma não, amor. Porque a cantora aqui não gosta de cantar para o publico... rsrs
- Humm... – ele suspirou, deu meu sorriso matador e me beijou novamente, com muito amor e carinho.
- Te amo. – falei.
- Também amo você. – eu o abracei. E ele voltou para o trabalho.
As horas foram passando. Ele tomou um banho, me ajudou a tomar um também. E depois ficamos juntinhos na cama... Nós até demos um cochilo, mas acordamos com o barulho do meu celular.
- Alo?
- Kris é o Tay. Olha eu já to indo com seus pais ai ta. Eu to procurando eles. A Achei... Vou desligar, beijos.
- Ta. Beijos.
- Quem era?
- O Tay. Ele disse que já ta pegando meus pais. Daqui a meia hora mais ou menos eles estão aqui.
O Rob respirou fundo. Eu sorri pra ele. Ele parecia nervoso.
- Amor. Fica tranqüilo. Meus pais vão te amar. Tenho certeza. Já te falei isso.
- Eu sei, lindinha. Mas da medo. – ele rio nervoso.
Eu o beijei, senti ele relaxando.
- Bom eu vou colocar outra roupa.
- Amor, para. – falei - Você está ótimo.
- Amor, eu to de bermuda. E só. Preciso colocar pelomenos uma blusa, ou algo mais apresentável.
Ele foi até o guarda-roupa pegou uma blusa e outra bermuda. Uma blusa com gola pólo. E se trocou.
- Amor. Não precisa ficar todo elegante não. Coloca um chinelo mesmo e pronto. Você está na sua casa.
- Ta bom linda.
Ele pegou o chinelo. Depois veio até mim. Me colocou no colo dele e voltou ao seu trabalho. Fiquei vendo as planilhas dele. Eu coloquei o fone e me aconcheguei mais em seu colo. Ele colocou um travesseiro no meu pé. Derrepente a porta se abre. Era o Tay.
- Oi. – falou.
Atrás dele entrou minha irmã, mamãe e papai.
- Surpresa! – Os quatro falaram.
Eu sorri. Abri um sorriso enorme.
- Mãe! Pai! Dakota! Nossa. Eu to morrendo de saudades. Vem aqui. Eu não posso ir até vocês.
Eu tava tão feliz. Percebi que o Robert tava nervoso. Eu afaguei seu braço que estava me segurando. A Dake foi a primeira a vir. Ela me abraçou um tempão e nós duas choramos e rimos que nem duas bobas. Depois veio minha mãe e então meu pai.
- Pessoal. Este é meu namorado – apontei pro Rob – Robert Pattinson.
- É um prazer enorme conhecer vocês. Conhecer a família da mulher que eu amo mais que tudo na vida. – ele afagou meu rosto.
Colocou-me sentada na cama, depois foi até meu pai. E eles se deram às mãos.
- Prazer, sou John Stewart.
- O prazer é meu senhor.
Depois foi até minha mãe deu um beijo na mão dela e falou:
- Prazer.
- O prazer é meu, sou Jules Stewart.
Ele foi até minha irmã e, assim como fez com minha mãe, deu um beijo na mão dela.
- Prazer.
- Prazer é meu. Meu nome é Dakota Stewart.
- É muito bom conhecer todos vocês.
O Taylor veio até ele e levantou o pulso. O Rob bateu no pulso do Tay com o dele.
- Desculpem a bagunça. Mas eu estava trabalhando. Voltei mais cedo para casa hoje, pra poder cuidar da kris e também para conhecê-los.
- Tudo bem. Robert. – disse papai. – Você tem uma bela casa.
- Obrigado.
- Como anda o trabalho pai?
- Bem filha. Os negócios vão indo bem. E o seu?
- Muito bem.
- Kristen é uma excelente funcionária. Elar é muito organizada. Tenho orgulho dela. Não falo isso por ela se minha namorada. Falo porque é a verdade. O trabalho dela é impecável.
- Também tenho orgulho da minha filha.
Robert olhou para o relógio no pulso dele.
- Amor? – ele falou
- Sim?
- Hora do seu remédio.
Fiz uma careta. Odiava tomar remédio.
- Ainda não gosta de tomar remédio maninha?
- Não. – rimos juntas.
Rob trouxe meu remédio e um pouco de água.
- Toma amor. - Ele me deu o remédio, depois a água. Entreguei o copo a ele. Ele fez carinho no meu rosto e me deu um beijo na bochecha.
- Obrigado amor. – falei.
- Posso ver seu trabalho Robert? – perguntou papai.
- Claro senhor.
- Me chame de John.
- Tudo bem. John. Aqui está.
Rob apontou para o trabalho. Papai analiso ele.
- Muito bom. Parabéns. – Papai sorrio.
- Obrigado. Vamos descer?
- Sim.
- Humm... Dakota? – Chamou Rob.
- Sim?
- Poderia pegar o travesseiro que está no pé da Kristen e lavá-lo lá pra baixo pra mim, por favor?
- Claro.
Ela veio no meu pé e pegou o travesseiro. Depois o Rob veio até mim. E me pegou no colo.
- Ela é pesada. Quer ajuda? – Perguntou meu pai.
- Não, obrigado. Ela não é muito pesada.
- Pai. Não sou gorda! – Rimos.
- Eu sei que não. Mais osso pesa, filha. – Ri mais ainda.
- Amor. Vai comigo até o banheiro quero lavar minha mão.
- Claro, linda. Com você vou até o fim do mundo.
Como ele era lindo. Sorri. Dei um Celinho nele. Ele me levou até o banheiro. Eu lavei a mão. Volttamos para o quarto.
- Vamos.
Ele me levou até lá embaixo. Me deixou sentada, mas com as pernas no sofá. Eles se ajeitaram nos outros dois sofás.
- Amor vem aqui comigo. – falei pro Robert.
Ele veio até onde eu tava. Sentou-se e me colocou no colo. Ajeitei-me nele. Ficamos conversando, meus pais perguntaram mais sobre ele, sobre nós etc... Até que ele levanta.
- Licença. Voltarei logo.
Ele saio. Olhei para minha mãe.
- Mãe o que você achou?
- Ele é uma grassa filha. Bem melhor que o Michael.
- É Orégano, mãe.
Eu me limitei a rir.
- E você pai?
- Ele parece ser um bom homem. Um bom namorado. Parece que ama você.
- Ele me ama e eu também amo ele. Mas você está com uma carinha de quem não gostou muito.
- Eu gostei dele. É que eu quero analisar bem ele. Achei ele uma pessoa trabalhadora, um cara responsável. Não é um moleque. Mas quero fazer suspense pra ele.
- Pai não faz isso. Ele está super nervoso. Está morrendo de medo de você não o aprovarem.
- Ta bom. Logo ele vai saber o que estou achando dele. – falou sorrindo. Eu também sorri.
- E você Dakota?
- Kris, ele é muito lindo!!!! Meu você tem muita sorte.
Rimos juntas. Depois Rob voltou. Eu deitei a cabeça nas pernas dele. Uma mão dele eu entrelacei com a minha, a outra ele ficou fazendo carinho no meu cabelo. Ficamos conversando e rindo.
- Rob?
- Oi lindinha?
- Vem mais pra cá. Quero te falar um coisa. Em segredo.
- Ta. – ele abaixou a cabeça e eu falei no ouvido dele:
- Canta depois a música que você fez pra mim?
- Ta. – ele falou alto.
- Fiquei curiosa. – disse Dake.
- Não vou conta. Depois você vai saber.
Logo Miranda chegou e comunicou:
- O jantar está na mesa.
- Obrigado Miranda. Nós já vamos.
Ela se retirou. Todo mundo levantou, o Rob me pegou no colo e me levou até a cadeira. Sentou-me lá. Ele se sentou na cadeira da ponta. Dakota se sentou ao meu lado. Do lado da Dake tava o Tay. Mamãe estava de frente pra mim, e papai de frente pra Dakota. Robert abriu um vinho, colocou na taça de todos, menos na minha e na da Dakota.
- Por que eu não, amor?
- Porque você ta tomando remédios. E você se lembra da vez em que tomou remédio depois bebeu bebida alcoólica.
Nós dois rimos só de lembrar.
- Verdade. Então refri pra mim e pra Dakota.
Ele colocou coca-cola no meu copo e no da Dake. Meu pai se levantou e falou:
- Robert. Eu estou muito feliz por você está com a minha filha. Eu aprovo completamente o namoro de vocês. Não que se eu não aprovasse vocês não fossem namorar. Mas eu aprovo você. Vi que é um homem trabalhador, esforçado, gentil, educado. E principalmente ama minha filha. Pelo que percebi você se preocupa com ela. A faz carinho, cuida dela. Espero que ela fassa o mesmo por você. Agora uma coisa que quero que me responda. Ao que parece você respeita muito a Kristen. Mas seriamente quais são suas intenções com ela? É um namoro passageiro, é uma coisa mais séria. O que é?
- John. Eu amo a Kristen. Sou apaixonado por ela. Minhas intenções? As melhores possíveis e imagináveis. Se depender de mim até casamento vai ter. Eu já tive muitas namoradas. E para nenhum pai dessas outras namoradas que tive eu falei isso. Eu sempre quis ser pai. Mas eu estava esperando a mulher certa pra isso. E você pode ter certeza que a mulher certa pra me dar um filho, pra me fazer feliz é a Kristen. É claro que eu não pretendo engravidá-la. Não agora. Mais se ela um dia casar comigo, sim. Eu a amo mais que minha vida. Daria tudo por ela. Ela é a minha vida. Nada nem ninguém vai mudar o que sinto por ela. Kris. – ele olhou pra mim – Eu te amo. Sempre te amarei.
Eu estava tão emocionada que saio uma lágrima dos meus olhos, olhei para minha mãe vi o mesmo em seu rosto. Ele era tão lindo. Falou tão sério. Eu o amo tanto.
- Eu também te amo, Rob. E ninguém vai mudar esse sentimento. Ninguém.
Ele veio até mim e me abraçou, depois me beijou apaixonado.
- Então ao casal. – meu pai levantou a taça.
- Que nosso amor dure para sempre, Rob. – olhei pra ele feliz.
- Vai durar. Eu sei que vai.
Batemos as taças. O Rob me beijou de novo. E começamos a jantar.
- Senhora Stewart, você não me falou se me aprova ou não. E nem você Dakota.
- E ainda precisa perguntar Robert? É claro que te aprovo, cunhado. – rimos
- Que bom. E a senhora?
- Vou te aprovar se parar de me chamar de senhora. – Agora sim rimos.
- Jules?
- Agora eu te aprovo completamente.
- Eu também. – Disse Taylor.
- Há é bom que aprove mesmo, se não eu que não vou te aprovar com a minha prima. Falando naquela coisinha minúscula cadê ela?
- Ela foi jantar com sus tios e o com o Kellan.
- Há. Depois eu vou ligar pra ela.
- Ela ta bem? – perguntei
- Ta sim. Eu a vi hoje na hora do almoço.
- Taylor você ta namorando a prima do Robert? – perguntou a Dake.
- Sim. Ela é a menina mais linda do mundo.
- Taylor, amo muito minha prima. Realmente ela é muito linda. Mas a mais linda do mundo não é ela. Bom nem ela, nem a Kristen.
- Quem ganha de mim, amor?
- Minha irmã. Minha Cassi que amo tanto. Mas que saber quem são as mulheres mais lindas desse mundo? Minha irmã, a Kristen e a Ash.
- Posso te contar uma coisa? – falei. – Já que não tenho irmão pra falar essas coisas, então... Os homens mais lindos do mundo você e o Tay.
Ele deu meu sorriso preferido. Terminamos a janta, comemos a sobremesa. E fomos para a sala. É claro, o Rob me levou no colo.
- Já volto, vou ligar pra Ashaley. – Disse Robert.
Ele saio. Mas logo estava de volta.
- Ela já ta vindo.
Passou pouco tempo e a Ash chegou.
- Amor, canta a música.
- Ta bem, amor. Venham aqui perto do meu piano, vou cantar pra vocês a música que a minha linda, a minha Kristen me inspirou. Ela se chama “solo pienso en ti”. Ele se sentou no piano e tocou, cantou a música. Quando terminou todo mundo aplaudiu.
- Muito bom, Robert. – todos aprovaram.
- Essa música eu compus assim que conheci a Kristen. Ela me inspirou. Sem falar que eu já havia me apaixonado por ela. Então compus esta música.
- Como você é fofo, Robert. – Disse minha mãe.
- Obrigado. – Falou com aquele sorriso de anjo dele.
Ele veio até mim pe pegou no colo, me abraçou e disse:
- Essa música eu fiz para a mulher mais perfeita do mundo, aquela que eu mais amo, aquela que pode e me faz feliz. Para minha Kristen, meu amor. Minha vida. Amo-te eternamente.
Eu dei um abraço sufocador nele. Ele me abraçou da mesma forma. E novamente eu chorei. Eu tava muito chorona essa noite, mas também, com meu amorzinho me fazendo essas declarações lindas. Sorri pra ele.
- Eu amo você. – Falei simplesmente. O que mais eu poderia dizer? Se eu fosse contar tudo o que sinto por ele eu ia ficar milhões e milhões de anos falando. E ainda não teria acabado.
Todo mundo se sentou novamente. A Ashe se sentou ao lado do Rob, Que me colocou no colo dele pra dar mais espaço, eu estava no colo do Rob, com as pernas na Dake. Perguntei pra Dakota como tava os estudos, os namorados, etc... Meu pai perguntou um pouco pro Rob como era a empresa. O tempo todo o Robert ficou me fazendo carinho nos cabelos, às vezes beijava minha cabeça, às vezes meu rosto, meu pescoço. Então eu senti algo vibrar no bolso dele. Ele me levantou um pouquinho e me sentou de novo. Olhou no visor.
- Cassi. – Murmurou. Ele abriu um sorriso enorme. Ele atendeu. – Alo?
Uma pausa.
- Oi Cassi. Tudo bom maninha? Que saudades. – mais uma pausa. – Eu também... Há irmã, eu também sinto sua falta. Claro que eu vou pro seu aniversario. Você acha que você vai fazer 15 anos e eu não vou estar nesse momento? – mais uma pausa. – Sério? Eu? Você quer que eu dance com você? Mas o papai e a mamãe já estão vendo isso? Ainda faltam três meses. Entendi, a maioria dos adolescentes vão ai... A ele quer falar comigo? Ta. Deixa eu falar com ele então. Beijos, lindinha, se cuida. O maninho aqui te ama muito viu. Muito mesmo. – Ele esperou um pouco.
- Oi cara! Iae Jack, como você ta? ... Há eu também...que você quer falar comigo? Que legal mano, também fiquei muito feliz agora. Agora vai da tudo certo. Sempre soube que você iria conseguir. To muito orgulhoso. Ta mano, se cuida. Amo você cara. Abração. -
Depois o Robert falou com a mãe... O final da conversa dele com a mãe foi muito lindo. – - Oi minha mãe linda e amada. Há mãe, estou muito, muito bem... Fica tranqüila, eu estou me cuidando. E a senhora? Mas agora eu quero que a senhora se cuide. Olha mãe qualquer coisa que você precisar, ou o pessoal ai de casa precisar, me liga. Me avisa. Sempre que precisar pode contar comigo, mãe. Para tudo, tudo mesmo. Amo vocês... Ta. Beijo. Tchau... Há, mãe! Te amo. – Ele sorrio. – Tchau.
Desligou o telefone. Eu o olhei sorrindo.
- Ow, amor. Como você é fofo com sua família. Que lindo... Falando assim tão carinhoso com sua mãe, irmã. Não falou com seu pai?
- Não. Meu pai tava em uma viajem de negócios.
Eu o abracei.
- Achei muito lindo seu modo de falar com sua família. Você é todo preocupado né?
- É eu sempre fui assim com minha família. Né Ash?
- É sim. Ele sempre foi assim. Quando ele morava com os pais dele, ele sempre me ligava, perguntando da gente e talz. Ele é o melhor primo do mundo.
- Mentirosa. – ele falou fazendo careta.
- No que estou mentindo?
- Na parte que sou o melhor primo do mundo.
- É claro que é seu doido. Eu sempre te falei isso.
- E eu sempre te chamei de mentirosa. – Ele rio e a abraçou com um braço só. Depois passou novamente o braço em minha cintura... Eu bocejei. Estava ficando cansada.